Seca nos rios da Amazônia coloca em alerta o TRE do Pará

BELÉM - O presidente do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Pará, desembargador João Maroja, está preocupado com a seca que atinge os rios da região amazônica, sobretudo nas regiões do baixo Amazonas e na Ilha do Marajó. A estiagem colocou em alerta a logística eleitoral em 38 cidades, entre elas Monte Alegre, Santarém, Alenquer e Gurupá. Para prevenir possíveis inconvenientes, o desembargador reforçou a parceria com as Forças Armadas e empresas particulares para garantir o transporte, por aeronaves, de pessoal e equipamentos. No caso da cidade de Jacareacanga, helicópteros serão utilizados para fazer o trabalho de logística. Em períodos normais, quando não há seca, o transporte é feito por meio de voadeiras nos rios.
Maroja também está preocupado com a transmissão de dados depois que for encerrada a votação. No primeiro turno, houve congestionamento do satélite, o que comprometeu a transmissão de boletins de urnas dos 385 pontos no interior do Pará. Por conta disso, a conclusão da apuração só se deu às 13h do dia seguinte. Neste segundo turno, novos testes foram feitos e, segundo o presidente do TRE, 96% dos pontos de transmissão mostraram-se satisfatórios.
Para este segundo turno no Pará, o desembargador reduziu o número de municípios que necessitam de apoio da Força de Segurança Nacional ou de tropas do Exército. No primeiro turno foram 108 cidades que tiveram sua segurança reforçada. Agora, serão 80. Cerca de 1.500 policiais civis e 4 mil militares estarão trabalhando amanhã nas ruas do Pará para garantir a normalidade do pleito.
Hoje, os candidatos Ana Júlia Carepa (PT) e Simão Jatene (PSDB) dedicam o dia a fazer carreatas por cidades do interior.
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