O deputado federal Jader Barbalho (PMDB-PA) afirmou neste domingo ser mais popular que a lei da Ficha Limpa, que o impediu de ser eleito de novo senador.
"A lei obteve o apoio de 1,3 milhão de pessoas [por meio de abaixo-assinado]. Eu não sei nem como foi conseguido esse 1,3 milhão. Mas [em termos de] vontade popular, só aqui no Pará eu tive 1,8 milhão de eleitores", afirmou.
"Então, em matéria de vontade popular, eu já ganhei. Já estou com 500 mil votos de diferença. A tal lei já perdeu para os meus eleitores", disse.
Barbalho voltou a comparar o uso da lei nestas eleições com o ordenamento jurídico de regimes autoritários, como o fascismo, o nazismo e a ditadura militar brasileira.
Para o deputado, a decisão do STF, na prática, fez com que a lei retroagisse --o que é inconstitucional.
O PMDB irá entrar com uma ação para tentar mudar a decisão do Supremo. No TRE (Tribunal Regional Eleitoral) do Pará, pedirá que haja uma nova eleição.
COADJUVANTE
Barbalho afirmou ainda que o partido deve se preparar para ter um candidato próprio à Presidência nas eleições de 2014. O deputado, que votou no final da manhã em Belém (PA), disse que o PMDB tem tido um papel "coadjuvante" no governo federal, mas que inicia a próxima gestão, em caso de vitória hoje de Dilma Rousseff (PT), com uma "participação muito mais acentuada", por ter Michel Temer como vice.
"Acho que o partido deve aproveitar essa eleição e começar a repensar, a rediscutir seu papel na política brasileira." "Com o tamanho" que o partido tem, ele disse não ter "a menor dúvida de que nós [PMDB] teremos essa possibilidade".
Mas o deputado não descartou que Dilma seja a candidata. "As circunstâncias da época ditarão se ela mesma se interessará pela reeleição. Quem é que pode prever o que vai acontecer?"
"A lei obteve o apoio de 1,3 milhão de pessoas [por meio de abaixo-assinado]. Eu não sei nem como foi conseguido esse 1,3 milhão. Mas [em termos de] vontade popular, só aqui no Pará eu tive 1,8 milhão de eleitores", afirmou.
"Então, em matéria de vontade popular, eu já ganhei. Já estou com 500 mil votos de diferença. A tal lei já perdeu para os meus eleitores", disse.
Barbalho voltou a comparar o uso da lei nestas eleições com o ordenamento jurídico de regimes autoritários, como o fascismo, o nazismo e a ditadura militar brasileira.
Para o deputado, a decisão do STF, na prática, fez com que a lei retroagisse --o que é inconstitucional.
O PMDB irá entrar com uma ação para tentar mudar a decisão do Supremo. No TRE (Tribunal Regional Eleitoral) do Pará, pedirá que haja uma nova eleição.
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Barbalho afirmou ainda que o partido deve se preparar para ter um candidato próprio à Presidência nas eleições de 2014. O deputado, que votou no final da manhã em Belém (PA), disse que o PMDB tem tido um papel "coadjuvante" no governo federal, mas que inicia a próxima gestão, em caso de vitória hoje de Dilma Rousseff (PT), com uma "participação muito mais acentuada", por ter Michel Temer como vice.
"Acho que o partido deve aproveitar essa eleição e começar a repensar, a rediscutir seu papel na política brasileira." "Com o tamanho" que o partido tem, ele disse não ter "a menor dúvida de que nós [PMDB] teremos essa possibilidade".
Mas o deputado não descartou que Dilma seja a candidata. "As circunstâncias da época ditarão se ela mesma se interessará pela reeleição. Quem é que pode prever o que vai acontecer?"